Os perfis das redes sociais da juíza do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) Ludmila Lins Grilo foram retirados do ar no último sábado (1º/10). A magistrada é investigada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por ataques contra o Supremo Tribunal Federal (STF) feitos no canal do bolsonarista Allan dos Santos.
A retirada dos conteúdos, no entanto, corresponde a uma decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes no âmbito do “inquérito das fake news”. Moraes determinou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) derrubasse os perfis da magistrada.
Mais sobre o assunto
Por meio de uma conta disponível no Telegram, Ludmilla informou aos seguidores que o seu canal no Youtube, seu perfil no Twitter e no Instagram foram suspensos por decisão do ministro Alexandre de Moraes.
Confira posicionamento da magistrada no Telegram:
Boa tarde, pessoal. Como já era de se esperar, a minha conta no Twitter e o meu canal no YouTube acabaram de cair, suponho que por ordem do Alexandre de Moraes.
Este canal no Telegram é o meu último veículo aberto de comunicação com vocês. Agora, é exclusivamente por aqui que vamos manter contato.
Muito obrigada a cada um de vocês que me enviaram palavras de apoio e incentivo. Estou impossibilitada de responder, mas sigo acompanhando tudo.
Publicações críticas ao Judiciário
Em sua conta no Twitter, nesse sábado, a magistrada afirmou que estava sendo alvo de censura por parte do Judiciário brasileiro. Ludmilla Grilo se apresenta nas redes sociais como professora, “sem ideologias e sem firulas”.
Twitter da juíza Ludmilla Lins fora do ar
Reprodução
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Ludmila Lins contra a Lei Maria da Penha
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Ludmila afirma ser alvo de censura
Ludmila Lins Grilo, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Juíza Ludmila Lins Grilo, do TJMG
Reprodução/ Instagram
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