Sete partidos — PT, MDB, Pros, Novo, PCB, PSTU e UP — já registraram oficialmente suas candidaturas à Presidência da República perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As informações estão disponíveis no portal de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do TSE (DivulgaCand).
Nos registros, há informações básicas dos candidatos e de seus vices, além dos partidos que compõem cada coligação, as propostas de governo e as declarações de bens.
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O prazo para o registro vai até a próxima segunda-feira (15/8). A campanha eleitoral, quando os candidatos podem efetivamente pedir votos e divulgar seus números, tem início no dia seguinte (16/8).
Mais sobre o assunto
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), líder nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto, teve a candidatura a um terceiro mandato registrada no TSE no último sábado (6/8).
Lula informou que seu patrimônio atual é de R$ 7,4 milhões. O valor é menor do que o declarado pelo petista em 2018, quando ele se candidatou, mas não concorreu porque foi barrado pela Lei da Ficha Limpa. Na época, Lula declarou R$ 7,9 milhões, que, corrigidos pela inflação no período, corresponderiam a pouco mais de R$ 10 milhões atualmente.
O segundo colocado nas pesquisas, o presidente Jair Bolsonaro (PL) está entre os postulantes que ainda não oficializaram o pedido. Em 2018, Bolsonaro declarou R$ 2,3 milhões em bens e aplicações.
Patrimônio de outros candidatos
Entre os que já pediram registro ao TSE para concorrer à Presidência da República, o nome do partido Novo, Felipe D’Ávila, declarou o maior patrimônio: R$ 24,6 milhões em bens.
Simone Tebet, candidata do MDB à Presidência, declarou R$2,3 milhões. Em 2014, última vez que disputou o pleito para o Senado, Tebet tinha patrimônio de R$ 1,5 milhão. Em oito anos, teve crescimento de patrimônio de R$ 800 mil.
O coach Pablo Marçal, do Pros, registrou sua candidatura com R$ 16,9 milhões em bens declarados, mas o desfecho de sua chapa está indefinido porque o partido decidiu apoiar a chapa Lula-Alckmin após uma decisão judicial que trocou nomes de sua Executiva Nacional.
Sofia Manzano (PCB) declarou à Justiça Eleitoral um total de bens em R$ 498 mil. Ela disse ter um apartamento, uma casa e caderneta de poupança. Em 2014, a então candidata à vice-presidência tinha R$ 120 mil em bens declarados.
Leonardo Péricles (UP), técnico em mecânica, declarou ter R$ 197 em caderneta de poupança. Nas eleições passadas, ele tinha R$ 964. Por fim, a candidata do PSTU, Vera Lucia, declarou R$ 8,8 mil em caderneta de poupança.
Confira como ficaram as chapas após as convenções:
Bolsonaro e Braga Netto
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Ciro Gomes e Ana Paula Matos
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Felipe Davila e Tiago Mitraud
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Léo Pericles e Samara Martins
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Lula e Geraldo Alckmin
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Simone Tebet e Mara Gabrilli
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Sofia Manzano e Antonio Alves
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