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ELEIÇÕES 2026: Senado vira palco de disputa entre direita, esquerda e centro

A eleição para o Senado em 2026 ganhou peso estratégico diante da polarização política e da disputa por maioria no Congresso. A ofensiva de setores da direita contra o STF voltou ao centro do debate após a divulgação de mensagens envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. O caso é alvo de apuração e ministros citados negam irregularidades.

No campo da direita, movimentos recentes buscam reduzir a divisão de votos. Em São Paulo, Ricardo Salles (Novo) desistiu da candidatura e declarou apoio a André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP). Pesquisa Datafolha divulgada em 1º de outubro mostrou os quatro principais candidatos em empate técnico.

No Distrito Federal, Ronaldo Fonseca (PSD) também deixou a disputa para apoiar Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL.

Na esquerda, Lula tem defendido maior unidade entre aliados para evitar perda de espaço no Senado. O centro, por sua vez, enfrenta dificuldades em estados importantes.

A renovação da Casa tende a ser significativa. Dos 54 senadores que encerram mandato em 2027, 22 não disputam a reeleição, segundo levantamento atualizado da Folha.

Com duas vagas em disputa por estado e pelo DF, o pleito pode alterar a composição política do Senado e influenciar temas como indicações ao STF, processos de impeachment de ministros e pautas legislativas.

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